top of page

VEIAS DO MEMBRO INFERIOR

 

Veia Safena Magna:

 

Retirada para fazer ponte de safena. Estende-se até o trígono femoral onde desemboca na veia femoral. É formada pela união da veia dorsal do hálux e do arco venoso dorsal do pé.

Inicia na veia marginal medial do pé e vai até a veia femoral cerca de 3 cm antes do ligamento inguinal. Ascende anteriormente ao maléolo medial e ao longo da face medial da perna junto com o nervo safeno.

Dirige-se proximalmente posterior aos côndilos medial da tíbia e do fêmur, ao longo da face medial da coxa terminando na veia femoral, no trígono femoral. É a veia mais longa do corpo e possui 10-12 válvulas geralmente localizadas abaixo das veias perfurantes, as válvulas venosas são projeções do endotélio que formam seios valvulares caliciformes que se enchem na parte superior.

 Os processos de oclusão da luz da veia, evitando o refluxo de sangue distalmente tornando o fluxo unidirecional e o mecanismo valvular que divide a coluna de sangue na veia safena em segmentos menores que reduz a pressão retrógrada facilitam a superação da gravidade para a bomba musculovenosa conduzir o sangue ao coração.

Na sua ascensão a veia safena magna recebe várias tributárias e comunica-se em vários locais com a veia safena parva. Atravessa o hiato safeno na fáscia lata e desemboca na veia femoral.

 

Veia Safena Parva:

 

Mais lateral, na panturrilha vai até na fossa poplítea onde desemboca na veia poplítea.

Começa posteriormente ao maléolo lateral subindo lateralmente ao longo do tendão de Áquiles cruzando-o depois para alcançar a parte média do dorso da perna, dirigindo-se diretametne para cima atravessando a fáscia profunda na parte distal da fossa poplítea terminando na veia poplítea, entre as duas cabeças do gastrocnêmio.

 

Veia poplítea

 

Inicia na margem distal do poplíteo como continuação da veia tibial posterior situando-se próximo a artéria poplítea em seu trajeto. A veia poplítea, superiormente, apresenta várias válvulas e torna-se a veia femoral quando atravessa o hiato dos adutores.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

NERVOS DO MEMBRO INFERIOR

 

Grande parte da inervação deste membro é originado dos plexos lombo-sacro que é formado por raízes de L4 a S3 que tem como principais ramos deste plexo nas regiões: posterior o nervo ciático e o tibial; e na região anterior os nervos femoral, cutâneo lateral da coxa, obturador, fibulares superior e profundo.

 

 Nervos da região glútea

 

Estes nervos suprem a região glútea ou atravessam a região para suprir o períneo (nervo pudendo) e a coxa (nervo isquiático). Sendo os nervos clúnios que inervam a pele da região glútea e os nervos glúteos profundos que são os nervos glúteos superior e inferior, isquiático, nervo para o quadrado femoral, cutâneo femoral posterior, o nervo para o músculo obturador interno e nervo pudendo. Estes inervam distintas áreas dos membros inferiores após sua origem

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Lesões

 

No nervo glúteo, uma lesão, resulta em perda motora característica que para compensar o enfraquecimento da abdução da coxa ocorre uma inclinação para o lado em que o glúteo esta enfraquecido, ocorre também o compromentimento acentuado da rotação medial da coxa.

O bloqueio anestésico do nervo isquiático pode ser percebido no pé devido a ramificações deste nervo. Já uma lesão neste nervo aparece como dor nas nádegas.

Para injeções na região glútea devem ser observadas alguns cuidados para a boa aplicação do medicamento, um exemplo é o nervo isquiático que esta situado profundamente na região mais proeminente da nádega.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Nervo Ciático (isquiático)

 

Possui o comando motor e sensível dos membros inferiores e é o maior nervo do corpo (dedão do pé à região glútea). Ele origina os nervos tibial (que será único e o maior ramo do ciático) e

o fibular próximo a fossa poplítea.

 

 

Nervo Femoral

 

É o principal ramo anterior do plexo lombo-sacro. Esta situado na região anterior do quadril e entra na região do trígono femoral e inerva a região anterior da coxa (quadríceps).

 

Nervo Cutâneo Cateral da Coxa

 

Passa para a coxa sob a porção mais lateral do ligamento inguinal. É responsãel pela inervação sensitiva da região Antero-lateral da coxa.

 

Nervos na Fossa Poplítea

 

É no ângulo superior da fossa poplítea que o nervo isquiático divide-se em nervos tibial e fibular comum. O nervo cutâneo sural medial também é derivado do nervo tibial na fossa poplítea e forma o nervo sural que supre a face lateral da perna e do tornozelo. O nervo isquiático dá origem ao nervo fibular comum que é o menor ramo terminal lateral daquele.

 

Nervos da Perna

 

No compartimento anterior apenas o nervo fibular profundo (um dos dois ramos do nervo fibular comum) esta presente. Acompanha a artéria tibial anterior e sai do compartimento anterior e continua através da articulação do tornozelo.

No compartimento lateral ocorre o nervo fibular superficial (outro ramo do nervo fibular comum). Continua com o nervo cutâneo atuando na face anterior da perna e em quase todo o dorso do pé (ibid).

No compartimento posterior há o nervo tibial que supre todos os músculos neste comartimento. E um dos ramos deste nervo se une a outro para formar o nervo sural que atua na parte lateral e posterior do terço inferior da perna e a região lateral do pé (ibid).

 

 Nervos do Pé

 

Medialmente pelo nervo safeno, que se estende distalmente até a cabeça do 1º metatarsal; Superiormente pelo nervos fibulares superficial e profundo; Inferiormente pelos nervos plantares medial e lateral; a margem comum de sua distribuição estende-se ao longo do 4ºmetacarpal e do dedo;

Lateralmente pelo nervo sural, incluindo parte do calcanhar; Posteriormente (calcanhar) por ramos calcâneos dos nervos tibial e sural.


 

 

 

© 2023 by The Beauty Room. Proudly created with Wix.com

bottom of page